Ao olhar os 15 cases em conjunto, três padrões emergem:
1. De informacional para transacional: Os bancos mais avançados (BV, BTG, PicPay) já têm agentes que executam transações. Os intermediários (Bradesco, BB) estão na transição.
2. Multimodalidade como diferencial: BTG interpreta manuscritos, PicPay processa áudio e imagens, Itaú aceita voz para Pix. A tendência é clara: o input não será apenas texto.
3. IA como infraestrutura, não feature: O Bradesco tem 10 LLMs, 400+ experimentos e 20+ casos de uso. O Itaú tem 1.800 modelos e 500 cientistas de dados. Para esses bancos, IA não é uma funcionalidade — é a fundação tecnológica.
O padrão de guardrails é consistente: zero alucinação (BV), biometria (PicPay), limites transacionais (BTG, Inter), compliance regulatório (todos).